Mostrando postagens com marcador dieta hiperprotéica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dieta hiperprotéica. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de abril de 2013

Bolo protéico de maçã


Sábado rendeu uma receita nova...

Como é preciso criar meios de favorecer a dieta quando o consumo de macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) deve ser bem balanceado e ainda diversificar a apresentação dos alimentos na rotina diária de treinos e dieta adequada, tentei desenvolver uma receita legal hoje.

Ingredientes:



1 scoop raso de whey protein chocolate (30g)
1 scoop raso de aveia em flocos (30g)
1 maçã ralada (100g) ou 1 banana
1 punhado de avelã trituradas (10 unidades - 10g)
1 clara de ovo
1 colher de chá de adoçante forno e fogão (ou maltodextrina) (6g)
Essência de baunilha à gosto
Canela à gosto (eu não coloquei nessa receita)

Modo de preparo:

1) Pré-aqueça o forno
2) Ralar a maçã em ralo fino
3) Triturar levemente as avelãs (ou castanhas, nozes) no processador ou picar bem. Não triturar muito para ficar com pedaços crocantes no meio da massa
4) Misturar tudo, em uma bacia pequena
5) Colocar em formas de bolo ou muffin e levar ao forno por 15 minutos
6) Assar em forno baixo pré-aquecido (180 graus)



Rendimento: 
12 unidades de mini bolinhos (180g)
(foto em um prato de sobremesa)


Gostaram?

Informação Nutricional
(variam de acordo com o seu produto)
(Valores aproximados)

Carboidratos: 40g
Proteínas: 32g
Gorduras: 9g
Calorias: 370 Kcal

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Proteínas: você está fazendo isso certo?


É muito comum aumentar o consumo de proteínas quando o objetivo da dieta é ganho de massa muscular. Assim, as pessoas passam a se preocupar excessivamente com a qualidade da proteína ingerida ou com a quantidade exata de carboidrato na dieta, e  pode acabar esquecendo dos cofatores do metabolismo - vitaminas e minerais. Sem uma ingestão adequada desses micronutrientes, os quais são responsáveis por regular a utilização da proteína, carboidrato e gorduras ingeridos, o metabolismo desses macronutrientes acabará sendo prejudicada. Ainda dentro desse contexto, a ausência ou deficiência dos micronutrientes atrapalha todo o processo de ganho de massa muscular.

Se essa ingestão permanecer desequilibrada a longo prazo, a carga ácida da dieta favorece o aparecimento de alguns problemas de saúde.

- Constipação, má digestão e gases: o baixo consumo de vegetais, frutas e grãos integrais pode dificultar o trânsito intestinal pelo baixo consumo de fibras, prebióticos, minerais e vitaminas importantes para a saúde intestinal.

- Osteoporose: excreção excessiva de cálcio pode ocorre devido à carga ácida da dieta. Também predispõe ao aparecimento de cálculos renais.

- Obesidade: devido aos desequilíbrios calóricos, aumento do consumo de gorduras, e restrição de fibras e vitaminas pela diminuição do consumo de frutas, vegetais e grãos integrais.

- Aumento do colesterol: ingestão elevada de gordura saturada é associada com maior incidência de placas de ateroma e hipertensão, favorecendo o desenvolvimento de doenças cardíacas.

- Problemas renais e hepáticos:  o excesso de nitrogênio eliminado pelos rins de forma crônica pode sobrecarregá-lo e mais tarde causar problemas neste órgão, assim como grandes quantidades de proteínas metabolizadas no fígado podem comprometer o funcionamento do mesmo.

- Câncer: dietas ricas em proteínas, com carga ácida, favorecem um ambiente para o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como por exemplo, cólon, rim, mama e próstata.

- Permeabilidade intestinal: quando presente, pode ser agravada pela difícil digestão que algumas proteínas apresentam, permitindo a passagem de macromoléculas para a circulação.

- Disbiose: alteração do equilíbrio da flora intestinal, entre as bactérias "boas" e "ruins". As bactérias probióticas (boas) precisam de substratos para se manterem vivas e povoarem nosso ambiente intestinal, favorecendo a manutenção das nossas defesas imunológicas. Os seus principais substratos são encontrados em frutas e vegetais, fontes de prebióticos.

- Doenças auto-imunes: favorecidas pela presença da permeabilidade intestinal, translocação bacteriana, dieta probre e inflamatória.

- Alterações de humor: para o equilíbrio das nossas emoções, é preciso ter um funcionamento intestinal adequado, formação suficiente de serotonina (hormônio do bem estar) e nutrientes essenciais. Grande parte desse equilíbrio depende do consumo adequado de alimentos fonte de proteínas, carboidratos, frutas e vegetais. O triptofano é um aminoácido presente em alguns alimentos protéicos, mas durante o seu metabolismo, precisa competir com os outros aminoácidos para ultrapassar a barreira hematoencefálica, e quem dá essa ajudinha são os carboidratos e as vitaminas e minerais.

É inquestionável a essencialidade do grupo das proteínas, sendo tão importantes quando os outros macronutrientes, carboidratos e gorduras saudáveis. Estas são constituintes básicas do organismo e estão presentes em todas as células e tecidos. São enzimas, hormônios, agentes protetores, têm ação antiinfecciosa e ainda são responsáveis pela regulação das reações químicas do organismo, pelo crescimento e pela reparação de tecidos.

No entanto, seu consumo deve ser bem orientado e individualizado para que seus efeitos benéficos tenham prioridade na sua alimentação.

Consulte um Nutricionista capacitado, pois ele é o único profissional habilitado para organizar um plano alimentar que se enquadre nas suas necessidades.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Spirulina

Você conhece a Spirulina?

A Spirulina é um tipo de cianobactéria com uma história de consumo humano desde o século XVI. É uma alga verde-azulada, que cresce normalmente em águas de lagos naturalmente alcalinos, localizados em zonas áridas. Embora a água desses lagos não possa ser usada para irrigação, pode ser utilizada para o cultivo de Spirulina.

É comercializada como um suplemento dietético para auxiliar na modulação de funções do sistema imunológico, bem como melhorar uma variedade de doenças. Além disso, a Spirulina possui algumas vantagens sobre as outras algas, entre elas paladar agradável, não apresenta problemas na sua digestão e nem toxicidade aparente aos humanos, o que não acontece com outras algas tais como Chlorella e Scenedesmus.

Veja alguns benefícios:
- Elevado teor de proteínas (60-71%): ótima fonte para complementação dietética.
- Favorece a saciedade, auxiliando na perda/manutenção do peso.
- Possui vários minerais, vitaminas, aminoácidos, além de ácidos fenólicos, tocoferóis, betacarotenos e ácido linolênico na sua composição.
- Propriedade antioxidante contra os radicais livres.
- Melhora da resposta imunológica.
- Ação hipocolesterolêmica (auxilia a diminuição do colesterol).
- Efeito anti-inflamatório, diminuindo a produção de citocinas e inibindo a liberação de histamina.
- Modulação do processo alergênico na rinite alérgica (diminuição de  IL4, IFN-gama e IL2), mediada por imunoglobulina E, oferecendo proteção.
- Não é fonte de iodo, podendo ser usada em pacientes com desordens tireoideanas.
- Pode ser usada em qualquer faixa etária.
- Fácil ingestão por ser usada na forma de pó e sabor agradável, podendo ser acrescentadas à sucos ou sopas depois de prontas.

Quer um jeito simples e fácil de consumir a Spirulina:


Suco Spi

1 copo de água de coco
1 folha de couve
1 colher de café de spirulina em pó

Bater no liquidificador e tomar.

Super fácil!

Mas nutri, não dá tempo...
Dilui a spirulina na água de coco ou na sua garrafinha e tome durante o dia! 



Nutrição Funcional na veia!
 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Detox em Atletas

Os atletas e praticantes de atividade física também precisam dar atenção aos efeitos da detoxAs principais formas de entrada de agentes estranhos (xenobióticos) no organismo de praticantes de atividade física se dá pela inalação de toxinas ambientais (principalmente quando treinam ao ar livre), ingestão de elevadas quantidades de cereais e frutas cultivados com agrotóxicos e o consumo diário de suplementos nutricionais contendo corantes, flavorizantes, conservantes e outros aditivos químicos. 

Adicionalmente, o alto consumo de proteínas de origem animal favorece uma carga ácida à dieta, podendo causar desequilíbrio metabólico no organismo. O atum enlatado também oferece riscos, pois pode conter quantidades significativas de mercúrio, 3º elemento mais perigoso entre todos os metais tóxicos para o ser humano.

A respeito da inalação de poluentes ou toxinas ambientais, é notado que quanto maior a intensidade/volume de exercício e grau de condicionamento físico, maior será a quantidade de poluentes inalados, podendo ser maior o acúmulo de metais tóxicos, como  chumbo e arsênico.

A prática de atividade física, por si só, forma radicais livres através do trabalho muscular intenso e o organismo pode apresentar um sistema de defesa antioxidante insuficiente, dependendo do grau de atividade. Isso se torna importante por afetar diretamente a performance física, fadiga e estresse muscular e overtraining.

Após uma carga de exercícios excêntricos, principalmente em homens sedentários, é verificado um aumento prolongado na quebra de proteínas musculares e de citocinas inflamatórias (IL-1, IL-6 e fator de necrose tumoral), as quais afetam negativamente a performance e aumentam o risco de lesões musculares. Alguns pesquisadores demonstram que o uso de suplementação antioxidante favorece o equilíbrio oxidativo e a proteção celular contra possíveis danos, enfatizando o uso desses nutrientes na forma de alimentação funcional.

Um dos componentes chaves que o nosso corpo produz como defesa antioxidante é a glutationa. Durante o exercício, os tecidos aumentam sua captação do plasma para combater os radicais livres. Em contrapartida, se o exercício for extenuante e prolongado, pode resultar na diminuição da sua concentração plasmática, de respostas proliferativas de linfócitos e ainda, induzir a apoptose (quebra), gerando um estresse oxidativo sistêmico. A glutationa também pode ser depletada pela presença de metais tóxicos, formando-se um complexo entre si (inibindo sua atividade) ou ainda, inibindo a sua regeneração.

A Nutrição Funcional auxilia na neutralização desses processos negativos a partir da oferta de alimentos funcionais e alcalinizantes, ajustada ao padrão de treinamento e às necessidades nutricionais do indivíduo e atividade física.

A implantação da dieta deve ser feita de forma gradual, com a retirada dos alimentos potencialmente tóxicos ou acidificantes, seguida da eliminação de alimentos intermediários, em conjunto com a oferta abundante de alimentos alcalinizantes e detoxificantes (confira tabela de alimentos).

Durante a anamnese, deve-se dar especial atenção a essas questões, avaliar a possibilidade do paciente aderir integralmente ao plano dietético, e sempre protegendo o organismo e massa muscular de acordo com as condições envolvidas ao exercício durante o tempo proposto (2 a 4 semanas).

Mesmo que em épocas de treinamentos mais pesados se observe maior exposição aos xenobióticos, a adesão do paciente ao plano dietético nessas fases é dificultada pela necessidade do uso de suplementos esportivos, dificuldade de adequação do consumo calórico e limitação de fontes de carboidratos complexos, por exemplo. O ideal é respeitar a periodização de treinamentos, dividindo épocas de treinamento e competição, realizando a detox durante treinamentos mais leves ou descanso/recesso.

Mesmo fora da detoxa dieta usual deve contemplar alimentos nutritivos e detoxificantes para atender as exigências de vitaminas e minerais envolvidos no metabolismo energético, equilíbrio metabólico, crescimento/recuperação muscular, sistema imunológico e sistema antioxidante.

Dentro desse contexto, pode-se atuar dentro da proposta da Nutrição Esportiva Funcional, onde existe uma clara associação entre o estresse metabólico, muscular, hormonal e inflamatório induzido pelo exercício, proporcionando ao atleta, além de ótima performance, a necessária harmonia na interação dos sistemas corporais responsáveis pelos processos básicos da saúde integral.

Para adequar as suas necessidades à sua realidade de treinos, consulte um Nutricionista habilitado. Os resultados são diferenciados e totalmente individualizados.

Fica a dica!

Bolo de Whey


Hoje é a primeira segunda-feira do ano!!! 
Está na hora de voltar aos treinamentos e cuidar ainda mais da alimentação.


Para quem faz uma dieta rica em proteínas (low carb) para hipertrofia e quer mudar um pouco o jeito de tomar o seu Whey protein sem escorregar na dieta, uma receita de um bolo deliciosa hiperprotéico! 
Assim fica fácil manter a disciplina na dieta e alcançar o objetivo!

Receita:
1 gema (20g)
2 claras (60g)
1 colher de sopa de oleo de coco (13g)
1 scoop de aveia em flocos (30g)
1 scoop de whey protein hidrolisado sabor chocolate (30g)
1 pitada de fermento em pó (2g)
2 castanhas do Pará bem picadas (15g)
1 pedaço de chocolate meio amargo (mínimo 70%) (15g)

Preparo:
Ligar o forno, para pré-aquecer durante 10 minutos. Bater todos os ingredientes à mão em uma tigela pequena (ovos, óleo de coco, aveia, whey, fermento e castanhas).




Colocar a massa em formas de muffin. Em cada uma colocar um pedaço de chocolate meio amargo, no centro da massa.



Levar ao forno para assar por aproximadamente 15 minutos. Essa receita também pode ser preparada no microondas. Bater os ingredientes em uma caneca grande e levar ao micro por 3 minutos.

Rende 6 unidades.

E aí, deliciar!



Extra:
Se você for deixar para usar o chocolate como cobertura, depois de desenformado, fazer furinhos no bolo com um garfo e derramar o chocolate meio amargo (mínimo 70%) derretido por cima.



E para finalizar, pode decorar com coco ralado.



Que tal? Gostou? Então me conta!